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Artigo Técnico

Planos de controle de migracao pos-quantica: Premissas de comprometimento bizantino e caminhos de recuperacao

Uma analise formal de engenharia sobre infraestrutura pos-quantica com enfase em premissas de comprometimento bizantino e caminhos de recuperacao e restricoes operacionais adversariais.

04 de jun. de 2023 · Infraestrutura Pos-Quantica · 11 min

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Contexto

Programas de Infraestrutura Pos-Quantica exigem fronteiras explicitas de controle em post-quantum, pki, cryptography sob operacao adversarial e degradada.

Pré-requisitos

  • Baseline de arquitetura e mapa de fronteiras para Infraestrutura Pos-Quantica.
  • Premissas de falha definidas e ownership de resposta a incidentes.
  • Pontos de controle observaveis para verificacao em deploy e runtime.

Quando aplicar

  • Quando infraestrutura pos-quantica afeta diretamente autorizacao ou continuidade de servico.
  • Quando comprometimento de componente unico nao e um modo de falha aceitavel.
  • Quando decisoes de arquitetura precisam de evidencia para auditoria e assurance operacional.

Resumo

Este artigo analisa post-quantum infrastructure sob uma perspectiva de sistemas focada em premissas de comprometimento bizantino e caminhos de recuperacao. O objetivo e manter corretude e retencao de controle sob condicoes adversariais, em vez de otimizar apenas throughput nominal.

Modelo de Sistema

Considere a evolucao do estado operacional conforme:

P={(ai,τi,si)}i=1m,si{legacy,hybrid,pq}\mathcal{P} = \{(a_i, \tau_i, s_i)\}_{i=1}^{m},\quad s_i \in \{\text{legacy},\text{hybrid},\text{pq}\}

O objetivo de design e explicito: as transicoes de algoritmo prosseguem com checkpoints reversiveis e trilhas de evidencia. Arquitetura e operacoes sao avaliadas em conjunto porque controles criptograficos sao ineficazes quando fronteiras operacionais colapsam.

Premissas Adversariais e de Falha

O modelo de deploy assume tentativas de comprometimento, indisponibilidades parciais, comunicacao atrasada e erro de operador sob pressao de tempo. Por isso, o modelo de controle usa a seguinte restricao de risco:

n3f+1,quorum=2f+1,f<tn \ge 3f + 1,\quad \text{quorum} = 2f + 1,\quad f < t

Um design e considerado aceitavel apenas quando o limite permanece estavel em simulacoes de estado degradado e validacao por replay. Para rastreabilidade, a relacao de transicao de estado e formalizada em Eq. (1), enquanto restricoes de risco operacional sao rastreadas por Eq. (2).

Logica de Protocolo e Controle

Abaixo esta um padrao minimo de implementacao. A estrutura enfatiza gating deterministico e tratamento explicito de falhas.

interface PolicyStage {
  service: string;
  stage: "legacy" | "hybrid" | "pq";
  rollbackReady: boolean;
}

export function migrationGate(stage: PolicyStage): boolean {
  return stage.stage !== "pq" || stage.rollbackReady;
}

A politica de runtime deve bloquear qualquer transicao sem precondicoes de controle, mesmo quando houver pressao para priorizar velocidade.

Independencia Operacional

Propriedades criptograficas e de protocolo so sao validas quando dependencias operacionais estao separadas. Superficies de controle devem ser distribuidas entre escopos IAM independentes, pipelines de deploy e fronteiras de gestao de chaves.

Orcamento Matematico de Risco

Um orcamento pratico de risco pode ser acompanhado como:

Pr[unsafe commit]ϵproto+ϵops\Pr[\text{unsafe commit}] \le \epsilon_{proto} + \epsilon_{ops}

Essa metrica deve ser avaliada em fronteiras de release e transicoes de incidente para detectar erosao silenciosa de salvaguardas. Durante revisao, evidencias de politica e telemetria devem ser mapeadas de volta para Eq. (2).

Guia Pratico

  1. Separe deteccao de comprometimento de contencao de comprometimento em playbooks de incidente.
  2. Estabeleca politicas de quorum que permaneçam validas quando uma regiao estiver indisponivel.
  3. Reconstrua estado de confianca a partir de evidencia assinada em vez de memoria operacional mutavel.

Conclusao

Post-Quantum Infrastructure programas falham quando arquitetura e operacoes sao tratadas como preocupacoes separadas. Um sistema defensavel requer restricoes formais, gates de controle explicitos e verificacao adversarial regular vinculada a workflows de producao.

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